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Você tem várias formas de investir em ações. É importante avaliar cada uma das alternativas e escolher aquela que melhor atende seus objetivos. Entre as opções estão:

• Fundos de ações
• Corretora de valores
• Home broker
• Clube de investimento

Fundos de ações

Se você não se sente confortável em comprar suas ações sozinho, seja porque não conhece o mercado, seja porque não tem tempo de acompanhar as análises e a evolução dos preços dos papéis, você pode fazer suas aplicações por meio dos fundos de investimento em ações.

Os fundos de ações ou fundos de renda variável precisam ter pelo menos 67% de sua carteira aplicada em ações negociadas em Bolsas de Valores. Eles podem ser fundos ativos, passivos ou setoriais. Alguns deles buscam acompanhar ou superar um índice de referência, conhecido no mercado como benchmarks, como o Ibovespa, IBrX etc. Os fundos de ações se diferenciam conforme sua política de investimento e da composição de sua carteira. Consulte o prospecto do fundo antes de investir.

Corretoras

As corretoras são instituições financeiras membros das Bolsas de Valores que atuam como intermediárias entre os investidores e as Bolsas. Pelo seu trabalho, recebem uma comissão que pode ser fixa ou variável, chamada corretagem.

Toda corretora precisa estar credenciada pelo Banco Central, pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e pelas próprias Bolsas, e estão habilitadas a negociar valores mobiliários em pregões eletrônicos.
Os profissionais das corretoras, conhecidos como brokers ou corretores, podem lhe fornecer todas as informações necessárias para auxiliá-lo na tomada de decisão de seu investimento, inclusive com informações sobre as empresas das quais você tem interesse em comprar as ações.

Na prática, o investidor emite uma ordem de compra ou venda de determinada ação à sua corretora e é ela quem vai executar essa operação no pregão.

No site da BM&F Bovespa (www.bmfbovespa.com.br) é possível ter acesso à lista de corretoras cadastradas.

Home Broker

O home broker permite a negociação de ações via Internet. Ele está interligado ao sistema de negociação da BM&FBovespa e permite que você envie ordens de compra e venda de ações por meio do site de sua corretora.
Para fazer essas operações é necessário que a corretora da qual você é cliente disponha do sistema home broker.
Você precisará abrir um cadastro na corretora e fazer uma transferência para a conta bancária indicada pela instituição, no valor total da operação que deseja realizar. A corretora então executa a sua ordem de compra de ações.

Você pode contar ainda com os simuladores do mercado de ações que, para aqueles que nunca tiveram uma experiência com a Bolsa, é uma ferramenta bastante útil. Isso porque eles possibilitam que o futuro investidor aprenda os mecanismos do mercado, com simulações de toda a operação, sem precisar desembolsar um centavo sequer.

A Internet tem contribuído para que pequenos e médios investidores, pessoas físicas ou jurídicas, possam comprar ações diretamente na Bolsa e não apenas por meio dos fundos de ações ou de clubes de investimentos. Com um clique você pode fazer de casa as operações que desejar na Bolsa de Valores.

IMPORTANTE: antes de tomar a decisão de investir em uma ação, é importante pesquisar sobre as empresas que possuem ações negociadas nas Bolsas de Valores. Algumas delas colocam à disposição informações financeiras relevantes por meio de sua área de Relações com Investidores. Outra fonte de informação são os relatórios e análises elaborados por especialistas que contêm indicações sobre algumas ações e, em alguns casos, projeções de resultados, lucro e preço-alvo para as empresas. Os jornais e portais de informações sobre o mercado acionário também são uma fonte diária de dados sobre as condições financeiras das empresas.

Clubes de investimento

Assim como um fundo de ações, um clube de investimento é uma forma de investimento coletivo em ações. Ele difere-se do fundo por não haver obrigatoriedade de patrimônio mínimo, ter menos obrigações formais, como publicação de balanços ou limites mínimos de aplicações, e ter um limite máximo de 50 participantes. O clube poderá ter um número superior de participantes quando reunir empregados, funcionários ou contratados de uma mesma empresa, entidade ou grupo de sociedade.

Ele pode ser gerido pelos próprios sócios (cotistas) ou pela corretora que o administra. Assim como os fundos, os clubes de investimento também são fiscalizados pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

Para constituir um clube, um grupo de pessoas precisa de uma corretora de valores que será responsável por sua administração, emissão de extratos, pagamento de comissões etc.

Sua constituição é feita mediante aprovação e assinatura do Estatuto Social por parte dos participantes. Nestes documentos são fixados os princípios e as regras de funcionamento, de acordo com a legislação e com o Regulamento de Registro dos Clubes de Investimento da BM&FBovespa.


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