Para buscar uma boa rentabilidade, os gestores de fundos montam carteiras de investimento com diversos ativos financeiros. A composição da carteira segue sempre a política de investimento do fundo.
Um fundo pode investir em:
Ações
São valores mobiliários que representam a propriedade de uma fração do capital social da empresa. Isso significa que, quando você compra ações, está aceitando investir numa empresa e, em troca, passa a ser acionista, ganhando participação nos resultados. São dois os tipos de ações no mercado: Ordinárias (ON) e Preferenciais (PN).
CDBs (Títulos de crédito emitidos por bancos)
São Certificados de Depósitos Bancários emitidos pelos bancos. É uma modalidade de investimento que rende uma taxa de juro prefixada ou pós-fixada, dependendo da forma como foi negociado. Quem compra CDB empresta dinheiro a um banco em troca de um rendimento negociado, num prazo mínimo de 30 dias.
Debêntures
As debêntures são valores mobiliários representativos de dívida de médio e longo prazo, que asseguram aos detentores o direito de crédito. São emitidas por sociedades anônimas, públicas ou privadas de capital aberto. Essa modalidade de investimento é caracterizada como de renda fixa. Diferentemente das ações, o seu titular não é sócio da empresa, e sim credor. Exceção a este caso: quando se tratar de debênture conversível, caso seu titular decida pela conversão, e passa então a ser um sócio da empresa.
Derivativos
São contratos de ativos financeiros ou valores mobiliários cujo valor e características de negociação derivam de outros ativos que lhes servem de referência. Daí o nome “derivativos”.
É uma operação financeira realizada nos mercados futuros em que o valor dos contratos ou transações deriva do comportamento do preço do ativo no presente. Normalmente são realizadas nos mercados futuros de índice de ações, câmbio, taxa de juros e de opções.
Existem quatro tipos de mercados nos quais as operações de derivativos podem ser realizadas:
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É o segmento do mercado que compreende as operações de compra e venda, realizadas em pregão, de contratos autorizados pela Bolsa de Mercadorias & Futuros, para liquidação financeira em data futura predeterminada. A negociação inclui um comprador que aceita pagar um determinado valor, na data de vencimento do contrato, pela mercadoria oferecida pelo vendedor. O objeto negociado pode ser uma commodity, um título, uma moeda ou um índice de referência, por exemplo, o Ibovespa. Os contratos negociados são padronizados pela BM&FBOVESPA, o que permite agilidade nas negociações. |
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Mercado no qual são negociados direitos de compra (call) ou venda (put) de ações, índices de ações, moedas, contratos futuros ou títulos, com preços de exercício preestabelecidos. No Mercado de Opções, os titulares (compradores) têm o direito de comprar ou vender certa quantidade de ativos, a um preço prefixado até uma data, enquanto os lançadores (vendedores) ficam com a obrigação de vendê-las ou comprá-las conforme o acordado. O comprador que adquire uma opção de compra de um ativo espera que o preço desse ativo no futuro suba. Na compra de uma opção de venda, ele espera que o preço futuro caia. Já a expectativa do vendedor é oposta: se ele vende uma opção de compra é porque espera que o preço futuro caia. Se espera que o preço futuro suba, vende a opção de venda. O valor pago pelo comprador ao vendedor é chamada de prêmio. |
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Significa “troca”, em inglês. No caso dos contratos de swaps, pode-se trocar a variação nos preços de moedas, taxas de juro ou preços de commodities. Um swap de taxas de juro, por exemplo, pode ser utilizado para transformar uma taxa pós-fixada em uma taxa prefixada, e vice-versa. Um swap de moedas pode ser usado para transformar um empréstimo em uma moeda estrangeira em outra moeda, por exemplo, transformar uma aplicação de reais para dólares. É uma operação financeira mais sofisticada. Por isso, as tesourarias de bancos e os gestores de fundos de investimento são os que mais utilizam essas operações com o objetivo de obterem um melhor resultado nas suas aplicações. A ideia é que dois investidores façam aplicações "casadas" que, no dia do vencimento, servirão como proteção do dinheiro ou até mesmo como especulação para aumentar o capital. |
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Contratos a termo são acordos de compra ou venda em determinada data futura por preços previamente estabelecidos, cuja liquidação financeira ou entrega física do ativo acontece, geralmente, no vencimento. Os contratos a termo podem ser negociados em bolsa, entre duas instituições financeiras ou entre uma instituição e um cliente. |
Onde fica seu dinheiro?
O dinheiro nosso de cada dia merece ser bem tratado. Pelo quadro abaixo, você conhece todos os caminhos que seu dinheiro percorre, ou seja, tudo que ele compra e o que faz valer mais com o passar do tempo.

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1 |
Você investiu no fundo mais adequado ao seu objetivo. |
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O administrador aplica os recursos do fundo de acordo com a política de investimento estabelecida no regulamento e no prospecto. No fundo, seu dinheiro pode ser investido em: |
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Títulos Públicos Aqui funciona como se o investidor emprestasse dinheiro ao governo em troca de rendimentos negociados na data de compra do título. O seu dinheiro ajuda a financiar as atividades do governo. CDBs São os Certificados de Depósitos Bancários emitidos pelos bancos. Quem compra CDB empresta dinheiro a um banco de sua confiança em troca de um rendimento negociado, num prazo mínimo de 30 dias. Debêntures São valores mobiliários emitidos por uma sociedade anônima. É um tipo de empréstimo em que os investidores recebem uma taxa de juro fixa ou variável sobre o valor emprestado. Ações Valor mobiliário que representa a menor parcela do capital de uma companhia. O investidor que adquire uma ação passa a ser sócio e a ter participação nos rendimentos dessa companhia. |
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4 |
Quando você faz um resgate, seu dinheiro faz o caminho inverso, deixa de ser título público ou ação, por exemplo, e volta a ser moeda corrente em sua conta. |